Renasceste para dizer que me ama
Nunca pôde esquecer desta jura
Nem mesmo eu, cuja alma dorme
Pude perceber que ainda choro
Por cada rogo nas faces entristecidas
Essa agonia
Meu mistério perpétuo
Por cada fantasia macabra
Essa agonia
Meu mistério sagrado, em seus pés
Rigoroso inverno
As trevas vem brincar contigo
Não há amanhecer
Mergulhe na única sombra-guia
Rigoroso inverno
De absinto, amor e dor completa
Vamos dedicar nossas almas
E mergulhar na sombra-guia
Renasceste da misteriosa morte
Nunca teve o direito de ser feliz
Nem mesmo eu, cuja alma imunda
Apenas deseja estar em seus braços
Por cada rogo...
Rigoroso inverno...
Acaberemos com este romanticídio
com a corda presa na garganta
Acabaremos com este presságio
Asas de corvo caem no chão
O ritual da invocação começa
Selaremos nosso destino assim
Para sempre!!!
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