Noiva da morte, sob o véu implacável de receios
Medo que transborda os olhos do viajante do Norte
Sob o rigoroso inverno, amaldiçoam a jovem amante da lua
Num ritual, o sacrifício será ofertados aos deuses
Em seus castelos de cristal, permanecem distantes
Enquanto os submissos sucumbem em sua própria crença
Sob o rigoroso inverno, sofrem todos os aldeões
Num ritual, procuram o concílio com os seus deuses
Mas em troca, vocês darão o coração de gelo da donzela?
Sem vida nem sangue, para demarcar círculos do início e fim?
Matem-a, pois a morte deseja o corpo dela agora!
Para selar o bem de todos...
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