"lilium album, pulchrior es
lux in tenebris vita caducum
lilium album, pulchrior es
aspera itinera mortis"
É uma marca posta para provar minha inocência?
Quando as pétalas serão consumidas neste outono
Logo eu direi adeus ao meu jardim sagrado
E partirei para os braços do príncipe profano
É uma trágica história em linhas tortas
Quando uma visão turva lhe escapa um segundo
Eu estarei tão perdida para ser salva novamente
E partirei para os braços do príncipe profano
Não apedreje quem vende o seu corpo por amor
Pois ali reside a alma mais pura, o lírio branco
Não apedreje quem vende seu corpo por amor
É uma necessidade difícil de explicar, não há razão para julgar
"lilium album, pulchrior es
lux in tenebris vita caducum
lilium album, pulchrior es
aspera itinera mortis"
É uma marca posta para provar minha castidade?
Quando as pétalas enegrecem com o seu falso sorriso
Logo eu direi adeus aos meus sonhos por você
E partirei para os braços do príncipe profano
Vergonha, cobre-me com teu véu por um instante
Pois nas mãos eles carregam o fardo do julgamento
Silencie suas palavras corrompidas há séculos
Pois tu deitas com o próprio lírio branco
E suja de sangue, tuas pétalas sagradas
Vergonha, cobre-me com teu véu por um instante
Pois os olhos atentos sob o meu ombro repousam
Silencie suas palavras e ouça os gemidos sofridos
Pois tu deitas com o próprio lírio branco
E suja de sangue, tuas pétalas sagradas
Não apedreje quem vende o seu corpo por amor...
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