Terras virgens a conquistar
Terras próximas a unificar
Um árduo jogo de destreza se inicia
Onde os fracos sucumbem ao seu desejo
Onde está o teu poder?
Na esperteza ou na maldade
Que reside no coração do homem?
Exaltemos os submissos pensantes
Decadente príncipe de outrora
Exaltemos o movimento dos silenciosos
Os decadentes de espírito sobrevivem
Exércitos virgens a conquistar
Exércitos antigos a se render
Um árduo jogo corrompe tua alma
Onde o mal reside no gesto bondoso do soberano
Você pode estender sua mão para mim
Ou me esfaquear de uma vez?
Cansei de procurar a paz
Exaltemos os submissos pensantes
Decadente príncipe de outrora
Exaltemos o movimento dos silenciosos
Os decadentes de espírito sobrevivem
Aqueles estrangeiros querem invadir minha morada
Aqueles estrangeiros querem a nossa fortuna
E dar-nos em dobro toda a desgraça
Exaltemos os submissos pensantes
Decadente príncipe de outrora
Exaltemos o movimento dos silenciosos
Os decadentes de espírito sobrevivem
Permaneça o poder eterno
Lavem suas mãos no sangue inocente
Precioso é o homem que nos rege
Sombrio é o desejo que alimento
Conquistar, manter e perder
Eis as regras do cruel jogo
Da deusa da sorte, a Fortuna
"Oh, quero que me ordene a fazer o bem
Pois eu tenho uma natureza muito má
Clemência ou crueldade? Amar ou odiar? Viver ou matar?
No final, todos desejamos somente o poder
Aprendemos pelo amor ou pela dor
Que os fins justificam os meios"
Exaltemos os submissos pensantes
Decadente príncipe de outrora
Exaltemos o movimento dos silenciosos
Os decadentes de espírito sobrevivem
0 Comentários