A covardia é o meu forte, não é mesmo? E eu mereço tudo de ruim por isso.
"Já disse o que aconteceu aqui, professora..."
"Ok. Não vou pressionar você. Mas estou de olho em você, Vanessa. E assim que eu notar algo de estranho, você será punida." Logo vi a pessoa que provavelmente delatou a professora sobre a verdade. Eu não sabia o motivo de Marx ter feito isso...
...
"Lindsay, por favor desperte, querida!"
"Por favor, eu não quero deixar você aqui, minha dor... Esse mundo é menos sombrio com você como companhia. Contudo, nessa imensidão de escuridão absoluta e castigante, posso sentir o calor de suas mãos. Preciso levantar e alcançar a ponta de seus dedos. Desejas me libertar? Ou apenas é mais um a zombar de mim? Eu quero desistir e novamente me lançar nesse abismo. Posso?"
Ass: Lindsay
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Era tarde demais. Ela já havia pulado na piscina de águas cristalinas. Seu corpo boiava inanimado. Os espectadores estavam à postos, hipnotizados, descrentes com aquela situação. Outros choravam horrorizados. Especialmente a professora Juliana, que tinha um carinho especial pela aluna Lindsay. Porém, nada se comparou ao desespero do zelador James, pai da garota, quando se deparou com a cena.
Ele automaticamente pulou na água, nadando rapidamente, com esperanças de salvar sua filha. Mas ela já jazia ali. Seus colegas de classe como a Carol e a Wanessa, estavam em estado de choque, como estátuas vivas assistindo a um filme que parecia não ter fim. Marx, um dos causadores de tamanha desgraça, como covarde que sempre fora, ausentara-se daquele nefasto momento.
E eu? Me senti um desgraçado, o maior arquiteto responsável por toda aquela situação também. Acho que os céus estão se preparando para chorar agora...
Ass: Brandon
Eu quero morrer
Para mais informações sobre a banda Mortal Love, acessar o link: http://santuariodometal.blogspot.com.br/2013/09/mortal-love.html
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