Eu estou presa novamente, nas garras dessa injustiça
Meça suas palavras antes que minha cabeça role
Na suas mãos, está o instrumento, que tontura
Esse momento pode passar por atrás de nossos sonhos?
Perseguindo instintos antinaturais
Pairando no ar a esperar
Que o medo me leve novamente
Ao lugar onde pertencemos
Sangue em carne viva exala
O néctar da teia da cria fala
Eu vou morrer de medo...
Como uma criança em um berço
Esperando a mãe chegar
Com muitas histórias mentirosas
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