
*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
Onde estou? Quem é você?
Por que me mantém aqui?
O que eu fiz pra merecer isso?
É tão grande este castigo!
Onde estou? Alguém, responda!
Preciso me acalmar agora
O que eu fiz? Eu não sei
Estou tão apavorada
Prisioneira da própria mente
Reflexos da falta de memória
Qual o segredo que me mantém
Neste lugar, baby
Prisioneira da própria mente
Terei que achar a chave
Só ela abrirá a porta, e eu irei me libertar
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