*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
Impostor, impostor
Você ilude a pobre criatura
Impostor, impostor
Não me faça sentir raiva
Impostor, impostor
A combinação da ilusão
Impostor, impostor
Não serei escrava do teu amor
No infinito vejo propagar a forte luz
Que sai do teu olhar, eu fico a admirar
O desejo que arde em meu peito
Tudo começa a fazer sentido
Não me agarre, não me obrigue
Não sou sua!
Você reclama o trono, mas ele não era seu!
A luta podia ter acabado, se fosse honesto
O desejo arde em teu peito!
Tudo começa a fazer sentido
Não me agarre, não me obrigue
Não sou sua!
Seu imposto, meu impostor
Corre pelos cantos, minha alma solitária
Escutando mais mentiras, golpeando o destino
O desejo que arde em meu peito
Você vem me enganar com cantos e poesias
Eu não posso esquecer que me magoastes
O desejo arde em teu peito!
Estou me enganando
Eu sou a contradição
Homem: Você faz parte de um jogo, é só uma a mais
Na lista de mentiras
Sua tola, sua tola
Mulher: Eu matei o amor
Tudo tem um fim na morte
Não será fácil lutar
Meu impostor, seu impostor
Você continua a iludir uma nova pobre criatura!

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