
*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
Vivendo arrastada em seu mundo
Inconsciente do que é realmente
Presa a constantes minutos
Testemunha de nossos crimes
Seguindo meu caminho
Como um véu negro
Que esconde somente
O rosto da solidão
Minha sombra, me diga
Por que sonhamos sempre mentiras?
Por que quando fecho os meus olhos
O medo não desaparece?
Minha sombra, me diga
Você também me ama?
Você guarda minha vida
Dentro do teu contorno escuro...
Todas as coisas que parecem certas
Criam pensamentos duvidosos
Você renasce das cinzas mortas
Um outro dia para viver!
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