
*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
O medo não pode ser maior do que minha esperança
De continuar rumo ao novo horizonte
Enfrentando a escuridão que me faz
Seguir cada vez mais confiante
Não deixei meu coração continuar sofrendo
Ele não merece este sacrifício
Não paguei pelos erros dele
A justiça irá permanecer adormecida
Sigo o caminho rumo ao Baluarte da Solidão
Ele sorri para mim e desaparece
É só mais um astucio fantasma
Que procura um jeito de me
atrair
Para que eu caia no abismo
Me fornecendo mais corda para
que eu me enforque
As lembranças que continuam
vivas
Uma hora ele quer me ajudar a
seguir
Outra hora ele quer me destruir!
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