O pulsar marca o regresso do recomeçar
Que hora mais sombria para você retornar
Eu definho em cada sorriso teu
Me pego chorando e aos pouquinhos sei
Que a adaga tal qual como a língua
Está bem afiada
Ofereça-me a melodia de teus versos
Eu nunca farei que te daria
O amor que te inspira
O sangue do poeta
No altar imaculado, cujo coração
Ainda chora pensando em você
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