
Olá queridos,
Sobre a poesia:
Do sono então jamais saiu. As Belas dormem! – vê!Jazer, Irene, tua Sina sê!
(...)Estranha a tua alvura é,
Estranhas mechas tens,
até Estranha é a tua fé!
(...)O meu amor a repousar,
Os vermes sobre ti passar
E teu descanso aprofundar!
The Sleeper foi primeiramente publicado em 1831. Mas seu antigo nome era "Irene". Alguns dados apontam que entre os anos de 1836 e 1837, Poe mudou para The Sleeper. Outros dizem que há duas versões do mesmo poema, cada um com o seu respectivo título.
O amor de uma bela jovem, cuja a flor da idade revela a morte prematura e o sepultamento desta beleza e deste amor.
Estes versos são mellifluous o suficiente para ter o prazer Poe, eo poema é verbalmente Mais perto da mais antiga forma de "Irene" do que para textos posteriores.
Sobre o conto: OS FATOS DO CASO DO SR. VALDEMAR (1845)
O sr. Ernest Valdemar é o escolhido por um personagem desta história, com a finalidade de ser comprovada teorias relacionadas ao mesmerismo, especialmente aquelas que estejam ligadas ao articulo mortis (ponto de morte).
Sua doença era de uma espécie que admitiria o cálculo exato com respeito à época do término em morte; e foi finalmente combinado entre nós que ele mandaria me chamar cerca de vinte e quatro horas antes do período anunciado por seus médicos como sendo o de seu passamento.
Ele respondeu debilmente, embora de forma suficientemente audível, “Sim, desejo ser mesmerizado” — acrescentando de imediato, “Receio que o senhor tenha adiado demais”.Totalmente mesmerizado, e sendo atestado pelos doutores que presenciavam essa experiência, o personagem insiste em ver o limite dos véus da vida e da morte:
“Senhor Valdemar”, eu disse, “está dormindo?” Ele não respondeu, mas percebi um tremor perto dos lábios, e fui assim levado a repetir a pergunta, uma vez depois mais outra. Nessa terceira tentativa, seu corpo todo foi agitado por um tremor muito ligeiro; as pálpebras se descerraram o suficiente para expor uma linha branca do globo ocular; os lábios se moveram morosamente e, do meio deles, num sussurro quase inaudível, vieram as palavras:
Neste estado, o único órgão corpóreo que respondia aos estímulos mesméricos, era a língua do pobre infeliz Valdemar.
“Sim; — adormecido, agora. Não me acorde! — Deixe-me morrer assim!
Estava evidente que, no momento, a morte (ou o que normalmente chamamos de morte) fora detida pelo procedimento mesmérico. Parecia-nos indubitável que despertar o sr. Valdemar significaria meramente assegurar seu instantâneo, ou pelo menos acelerado, óbito (...) Conforme eu rapidamente executava os passes mesméricos, em meio a exclamações de “morto! morto!” definitivamente prorrompendo da língua e não dos lábios do enfermo, seu corpo todo subitamente — no espaço de um único minuto, ou ainda menos que isso, encolheu — desintegrou-se —se decompôs por completo sob minhas mãos. Em cima da cama, diante de toda a equipe, nada mais havia que uma massa quase líquida de uma asquerosa — detestável — podridão.
Este é um conto de tema confuso no mundo científico e também religioso: o mesmerismo ou magnetismo animal. O conto de Poe deste mês aborda o método desenvolvido pelo médico alemão Frederico A. Mesmer. Novamente como no conto de maio do ano passado, Revelação Mesmeriana, temos um mesmerizado doente e o protagonista que se sete instigado a comprovar suas suspeitas sobre o mesmerismo.
Olha só que fantástico este curta-metragem feito com base no conto. Possivelmente fora um trabalho feito para nota em uma disciplina na Universidade Anhembi Morumbi. Achei show de bola!
Continuarei linkando com o meu livro lançado em janeiro do ano passado, "As mulheres de Poe", com a finalidade de trazer contribuições a mais neste projeto:
Sobre o cronograma, não foi feito por mim nenhuma alteração. As discussões serão pela página no facebook no link a seguir: https://www.facebook.com/12mesesdepoe

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