

O fogo consome o círculo humanístico
De estradas desconstruídas sob partes
desconfiguradas
A janela é o espelho desfeito que revela
a real imagem
Da sua alma renegada
De seu corpo imundo
De sua vida roubada
O sonho explora a imaginação do inconsciente
De véus desfeitos da aurora caída sob
mentiras
Que de tão reais são imortalizadas
Da sua alma renegada
De seu corpo imundo
De sua vida roubada
“E qual imagem pode assumir minha
essência?”
*projeto livro Fragmentada
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