Mulher: Ontem, eu adormeci profundamente
Não havia um rastro de sol em minha vida
Apenas tateando os espinhos e recolhendo as lágrimas
Homem: Ontem, eu revivi meus medos nesta batalha
Meu interior sangrou até não restar mais nada
Apenas tentando viver a contínua existência
O que será do amanhã?
A mesma pergunta de uma escalada ou de um precipício?
A alma numa frágil decisão, reconecte aos paradigmas
Quando não houver mais melodia inspiradora a me acordar
Estarei presa, lado a lado, com o canto da trilha evolutiva seguinte
Revoltados por esperar o amanhã que nunca chega!

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