
As postagens sobre a releitura destas obras serão feitas por comentário+ mini poesia que represente o clímax dos contos de Poe+imagem (essa ai logo acima) e serão postadas em meu twitter (https://twitter.com/QuelDeepinside). Mas, quem desejar participar, deverá interagir no facebook oficial do projeto (https://www.facebook.com/groups/1682322388700517/).
Março: O barril amontillado
Conto psicológico publicado em 1846 por Edgar Allan Poe. A história é sobre um narrador chamado Montresor. que está obstinado a dar fim a um homem que vive desqualificando-o... Ele suporta seus insultos, mas agora planeja uma vingança que irá por fim a vida deste infeliz. Entramos na mente do personagem de Poe, a partir do momento em que ele compartilha como irá matar seu desafeto, e somos levados a notar a execução desse crime, a partir do momento em que ouve-se os últimos suspiros de Fortunato, o desafeto de nosso narrador.
Continuei sem resposta. Meti um archote pela pequena abertura e deixei-o cair lá dentro. Em resposta ouvi apenas um tilintar de guizos. Senti o coração oprimido, dada a forte umidade das catacumbas. Apressei-me a pôr fim à minha tarefa. Forcei a última pedra no buraco, e fixei-a com a argamassa. De encontro a esta nova parede tornei a colocar a velha muralha de ossos. Durante meio século nenhum mortal os perturbou. In pace requiescat! (trecho do conto)
As reflexões finais sobre este personagem perturbado de Poe é que o autor
Apresenta um louco, cuja vaidade e orgulho insano leva a um assassinato. Montresor é emocionalmente instável , muito sensível sobre a sua reputação, e
cruel , embora seu comportamento visível pareça ser natural e normal ao mesmo tempo . Ele também é muito inteligente. Apesar disso , sua vingança não é feita com impunidade. Seu castigo é o seu segredo , do qual ele somente é liberado em seu leito de morte à adega onde é agrilhoado a parede e depois sepultado atrás de uma parede de tijolos. Depois de 50 anos, impune e provavelmente nem suspeito de ter feito tal coisa, ele conta essa história. (http://resumos.netsaber.com.br/resumo-142755/montresor-em--o-barril-de-amontillado-)
Agora segue a minha reflexão em forma de poesia. Comente no meu twitter ;)
A bebida da morte
Desgraçado que zomba de minhas derrotas
Eis que preparo o elixir de tua derrota
Desgraçado que insinua sobre minha vida
Eis que a magia de minha mente doentia
Há de trabalhar esta noite
Eu deixarei o silêncio acolher sua mente perturbada
Eu deixarei nenhuma pista de teu paradeiro, maldito
A minha doce e saborosa bebida da morte espera por ti
Fortunato, Fortunato, meu amigo!
Bem-vindo!
Desgraçado que anuncia com o sorriso a chegada
Eis que tuas mentiras serão sepultadas na parede
Desgraçado que amistosamente me abraça
Eis que o punhal fundo de fofocas não me machucará
Eu deixarei excitado por provar o novo vinho
Eu deixarei o néctar da flor tocar seus lábios
A minha doce e saborosa bebida da morte espera por ti
Fortunato, Fortunato, meu amigo!
Bem-vindo!
Nemo me impune lacessit
Eu sinto que a sua respiração dá o último rodopioA bebida da morte
Desgraçado que zomba de minhas derrotas
Eis que preparo o elixir de tua derrota
Desgraçado que insinua sobre minha vida
Eis que a magia de minha mente doentia
Há de trabalhar esta noite
Eu deixarei o silêncio acolher sua mente perturbada
Eu deixarei nenhuma pista de teu paradeiro, maldito
A minha doce e saborosa bebida da morte espera por ti
Fortunato, Fortunato, meu amigo!
Bem-vindo!
Desgraçado que anuncia com o sorriso a chegada
Eis que tuas mentiras serão sepultadas na parede
Desgraçado que amistosamente me abraça
Eis que o punhal fundo de fofocas não me machucará
Eu deixarei excitado por provar o novo vinho
Eu deixarei o néctar da flor tocar seus lábios
A minha doce e saborosa bebida da morte espera por ti
Fortunato, Fortunato, meu amigo!
Bem-vindo!
Nemo me impune lacessit
Eu sinto que as paredes estão frias e sem vida
Fortunato, Fortunato, meu amigo!
Bem-vindo!
Nemo me impune lacessit
É meu crime inconfessável por 50 anos
É meu ser quem arderá no inferno de tormentos!
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