*romance sobrenatural
vampiresco escrito em 2011
“Quão
precioso é o sangue. Sangue é vida; vida é luz!” Gênesis Apócrifo A História do
Universo
Faz
tanto tempo que eu não sei o que é sentir o calor humano, os sentimentos
humanos. O que me devora por dentro é um frio insuportável que consome minha
alma eternamente. Engraçado falar esta palavra: eternamente... Eternamente à
mercê das sombras, encoberto pelo seu capuz negro, observando os outros viverem
suas vidas como seres humanos.
E o que
eu sou? Realmente eu estou vivendo? O que me mantém de pé é o mesmo ar que
acaricia o rosto daquela garotinha? Não. O que mantém em pé é essa sede
insaciável. Seria sede de poder?
Eu
preciso me controlar... Mesmo sabendo que eles estão errados, não posso lutar
contra aqueles que me salvaram das garras da morte há muito tempo atrás.
Portanto, eles são a única família que me restou. Família, imagens, amor... O
que eu estou sentido agora? Medo?
“Lord Stuart, me desculpe, eu não queria
assustá-lo. Mil perdões. Eu só gostaria de saber se o senhor está bem. Ouvi
barulhos estranhos, enquanto eu passava pelo corredor de vosso quarto e não
hesitei em abrir a porta. Perdoe-me pela ousadia de invadir sua privacidade”.
Eu
estava parado em frente a janela, nu, e recebendo ainda mais brisa de um vento
tão gélido, quanto o meu coração. Aproximei-me devagar, a medida que a senhora
Amanda tentava cobrir-lhe os olhos.
“Ouviu barulhos? Essa é a sua desculpa?”
“Eu pensei que o senhor estava dormindo.
Ouvi-o falar coisa com coisa, como se estivesse no meio de um pesadelo!”
“Às vezes, gosto de pensar em voz alta!
Retire-se! Me deixe em paz! Da próxima vez, não ouse entrar em meu leito. O que
está esperando, velha intrometida? A morte só quer uma desculpa. Não me
provoque, não me provoque...”
A raiva
interior fez aparecer minhas presas, uma de minhas armas defensivas: tão
brancas e brilhantes, quanto sedutoras e fatais. A combinação certa para levar
à morte. Morte... Essa é a palavra que explica a vida que levo. Uma vida nova e
morta. Mas, o que eu posso fazer? O que eu podia ter feito naquele dia? Aceitar
que o meu fim chegou e não poder me vingar do grande mal que me fizeram?
Agora
não temo revelar meus instintos animalescos. Vesti meu terno de linho branco e
desci as escadas. Uma noite confusa... Tantas lembranças insistentemente
desapareciam entre as milhares de recordações agora dispersas no ar. A senhora
Amanda me olhava fixamente, apesar de eu ter mostrado minha identidade. Talvez
ela até já desconfiasse, mas, nesse momento, ela tinha certeza do que eu era.
E o que
eu sou, mesmo? Filho da escuridão da noite?
Na
mesa, minha esposa Catherine, aguardava-me com aquele sorriso insuportável de
sempre. Ela já sabia quando eu acordava de mau humor. Quer dizer, sempre eu
acordava de mau humor e sentava distante dela, com o meu silêncio devorando o
tempo, ao mesmo tempo que ela tomava seu café.
“Você é muito estranho. Dorme em outro
quarto todos os dias, na minha presença não toma café da manhã, almoço ou
janta, nem sequer gosta de conversar comigo. Na verdade, nem parecemos um
casal. Diga-me, por que casastes comigo? Por acaso foi o dinheiro? Então, você
não casou-se com Catherine Venutiche III, e sim, com o dinheiro da família
dela? Fale alguma coisa, deixe de ficar me olhando atravessado!”
“Calma, Catherine! Não precisava ter
quebrado a taça de cristal, minha amada. Não se faça de boba. Você sabia desde
o início quais eram as minhas condições para o casamento e aceitou sem nem
sequer pensar direito. É o que eu presumo que tenha ocorrido. Se você cometeu
algum engano, me desculpe dizer isso tão grosseiramente, mas o problema é seu!”
“Seu infeliz, sem coração! Eu só me casei
com você porque eu te amo loucamente. Não sei que espécie de feitiço você
possui, mas aguentarei calada todas as suas ofensas, só porque te amo. Acho que
você sabe o que é o amor... ou não... Você é humano? Você consegue sentir o que
é o amor?”
“Basta! Basta! Seu show foi espetacular!
Por favor, criados, aplaudam a minha querida esposa. Belíssima performance,
digna de grandes teatros europeus. Termine de tomar seu café e vá fazer algo de
útil na vida. Se você não tem nada para fazer, não me perturbe, pois eu sou um
homem ocupado. Com licença”.
Mesmo
estando trancado em meu quarto, eu ainda conseguia ouvir aquela voz enjoada de
Catherine em meu ouvido, como se ela estivesse do meu lado. Eu podia ouvir seu
choro, seu lamento, sentir seu sangue fervendo em seu corpo. Sangue... O sangue
de Catherine parecia me chamar a se deliciar do manjar da escuridão. Eu já
sabia que logo, eu deveria me alimentar.
A cada
hora crescia a necessidade de sangue. Eu devo esperar até a noite, para
“caçar”. Assim como um animal selvagem, eu farejava, amedrontava e matava, às
vezes, a minha vítima. O seu sangue, a sua vida e sua alma eram a chave de
minha imortalidade, mesmo que existisse, agora, uma possibilidade lactante de
morte. Eu sempre acreditei que esse era o preço de viver essa vida. Catherine
decidiu me visitar. Não era típico eu deixar adentrá-la em meu quarto, mas
optei por dar uma chance. Contudo, por mais reflexos que eu tivesse, eu não
consegui me esquivar de seu beijo. Talvez eu também o desejasse após seis meses
de casados. Seu pescoço estava tão perto, tão perto... O sangue quente em suas
veias me envolviam como seda, me acariciavam. Eu não pude evitar seu beijo, mas
pude evitar sua morte.
“Nossa, você me machucou! Não precisava me
empurrar e me machucar. Só foi um beijo. Só os céus sabem o quanto queria os
seus lábios junto aos meus. Me diga, o
que eu fiz para merecer tamanho castigo? Por que recusar o beijo de tua amada?
Stuart? Onde vai?”
“Não devo lhe satisfações. Isso que você
fez... o beijo... Você se lembra das condições do nosso casamento...”
“Essas malditas condições! Qual homem
casa-se e recusa os carinhos de sua esposa? Acho que tens uma amante! Isso,
sim! Não me deixe falando sozinha, Stuart!”
“Minha senhora Catherine, é melhor deixá-lo
ir. É preciso que ele esfrie a cabeça. O senhor Stuart está muito confuso.”
“Chore, senhora, chore. Uma hora ele
perceberá que está se comportando grosseiramente e lhe pedirá desculpas. Ele
precisa de um pouco de tempo...”
E o que
é o amor? E o que é amar loucamente alguém? É aceitar sofrer calada, renunciar os
carinhos de seu homem? É aceitar constantemente humilhações e ter esperança que
um dia tudo vai mudar? Eu lamento profundamente ter colocado Catherine nessa
situação, de estar aos poucos destruindo seus sonhos e consumindo sua vida
estando ao meu lado. Mas, era preciso.
E nesse
questionamento, ressuscitando lembranças e tentando renegar o que eu fui, que
consegui manipular o meu tempo. O doce cheiro da noite, tão doce quanto o
sangue de minha nova vítima, me consolava em meus lamentos. Pelas ruas, eu procurava minha recente
vítima. Na verdade, não havia um tipo definido, ou seja, não tinha um perfil
desejado: homem, mulher, jovem, velho, mas confesso, que ultimamente não caço
mais crianças. Era uma imensa tortura “sonhar” com aqueles rostos inocentes e
temerosos me fitando na eternidade de minha vida. Creio que pelo menos algum
nobre sentimento humano prevalece na alma de um monstro.
“Amanda,
você não acha que Stuart está demorando muito? Estou tão preocupada...”
“Você
gostaria de saber como eu o conheci?”
“Mas é
claro, minha senhora...”
“Há dois
anos atrás, na festa do Lord Alexander, em Londres, minha família e eu fomos
convidados. Era uma festa com membros da alta sociedade política e meu pai,
Richard Venutiche, era um homem muito influente nesse meio. Eu me recordo que
no dia dessa festa, eu não estava com muita vontade de ir, até que minha amiga
Lucy me disse que eu poderia encontrar um bom homem que poderia ser meu futuro
esposo, um bom pretendente, sabe?”
“Entendo,
minha senhora. Então decidistes ir a essa festa?”
“Me
lembro como hoje. Eu senti algo estranho em meu coração, algo inexplicável,
senti uma alegria infinita. E eis que finalmente cheguei a essa tal festa. Eu
estava muito ansiosa e meu pai me apresentou ao Lord Alexander..."
—Lord
Alexander esse é o meu único e mais precioso tesouro: minha filha Catherine
Venutiche
“Eu nunca
tinha visto um homem tão lindo como aquele que estava em minha frente. O que
mais me encantou no Lord foi seu olhar penetrante. Parecia que esse olhar estava entrando no íntimo de meu ser, explorando a minha mente. Mas sua beleza foi superada pela elegância, certo ar de inocência misturado a um jeito sedutor de um jovem chamado Stuart. Ele permanecia distante de nós, me observando, e eu, é claro, morta de vergonha. Sua beleza era tão incomparável, que todo vez que penso nesse momento, fico sem palavras...
—Querido Richard, permita-me apresentar meu mais fiel amigo, Stuart di Cioli. Por favor, aproxime-se Chioli...
—Distinta senhorita, minha saudações.
"Eu quase desmaiei., Amanda. Sua voz era como melodia de harpas angelicais. Fiquei mais trêmula ainda quando Stuart me convidou para dançar. Eu não conseguia tirar sua imagem da minha cabeça. Eu não conseguia mais viver sem pensar em Stuart. Desde aquele dia, meu pai e eu íamos a muitas festas na casa do Lord Alexander."
"É minha senhora... Realmente foi amor à primeira vista..."
"Foi mesmo, Amanda. Ele se tornou o oxigênio de minha vida, contudo parecia que havia uma barreira que impossibilitava adentrar em sua vida. Aos poucos, ele me visitava, me levava flores, íamos passear, parecíamos um casal apaixonados. Mas quando eu lhe perguntava sobre o seu passado, ele sempre mudava de assunto. Até que um dia, algo abalou a minha vida: a morte misteriosa de meu pai. Ele me consolou e se aproximou mais de mim a partir daquele fatídico dia..."
"Senhor Stuart pode ser um pouco rude, mas no fundo, no fundo ele é um bom.... h.. homem..."
"É amanda.... eu acredito nisso... Só espero que o tempo seja capaz de curar essa ferida tão grande que ele aparenta possuir no coração, e que um dia ele seja capaz de confiar em mim. Nunca entendi entender o porquê dele decidir casar-se comigo tão rápido, e em seguida, que praticamente fugíssemos de Londres sem avisar a ninguém. E o mais intrigante são essas regras do casamento: sinto que a cada dia estou morrendo longe dele. O beijo de hoje foi a prova disso. Eu juro, Amanda, eu juro que sou capaz de tudo, de qualquer sacrifício para ficar ao lado dele. Só não permito que outra mulher interfira em nossas vidas."
"Me perdoe pela pergunta, minha senhora, mas quais seriam essas condições para o casamento?"
"Creio que não seja do seu interesse. Eu posso ter falado muito, sou uma tagarela, às vezes.... Mas não posso trair a confiança depositada em mim por Stuart. Esse é o nosso segredo!"
"Novamente, me perdoe senhora. Gostaria que entendesse que eu fiquei preocupada com o seu desabafo de hoje pela manhã e receava que a raiva interior acumulada lhe fizesse mal"
Minha esposa decidiu dormir, com receio de que eu ficasse mais zangado ainda com ela. E eu, caminhava pelas ruas, até que encontrei uma jovem bastante bonita, que pareceu-me ser um prato cheio para saciar minha fome. Troquei alguns olhares, a princípio, até que houve um momento em que a donzela retribuir-me o olhar. Pensei que era a oportunidade perfeita para me aproximar, contudo aquele cheiro me pareceu familiar, à medida que meus passos tornaram-se fracos e trêmulos. Eu odiava sentir essa sensação terrível e sufocante.
"Quanto tempo faz que não nos vemos, Chioli? Seis meses?"
"Maggie..."
"Chioli, ninguém pode fugir do seu destino. Já não basta naquele dia que você deixou o nosso grande Lord fazer o serviço sujo, só porque alguns falsos sentimentos humanos fizeram você criar uma feição por aquela horrenda filha de Richard? O plano só foi feito pela metade, maldito medroso! Graças à coragem do Lord, nós podemos respirar tranquilos agora. Que decepção ver que seu pupilo tornou-se um covarde, que mal sabe se alimentar direito, com essa dieta patética! Até o corpo sente!"
De fato, eu estava ficando com o corpo alterado há algum tempo, pensando em momentos de insanidade, que poderia me livrar do sangue primordial vampiresco e novamente ser humano. Mas eu apenas "adoeci" meu corpo, aumentei minha sede de sangue e aqui estou sem forças diante de Maggie.
"Estou tão feliz que você se lembra meu nome..."
"O que você quer de mim?"
"Lord Alexander tem um novo serviço para você... talvez seu passado retorne, mas ele se excita com esse jogo. O nosso Lord permitiu que você gozasse de alguns momentos de paz. E eu não vou desobedecê-lo. Entrarei em contato com você novamente. Não tente fugir, porque nós o encontraremos, Stuart. Nossa missão é de vida ou 'morte': mataremos a raiz familiar de nossa rainha que está com os humanos, pois o sangue dela... Bem, eu não preciso adiantar os planos. Na hora certa, você saberá."
Que raios de matar raiz da rainha que nos gerou, ou sei lá o que, Maggie estava falando? Eu não estava a fim de estudar nossa origem: estava nítido para mim, que nossa origem era o mal, e não me interessa compreender a raiz deste mal, mesmo sabendo que eu teria toda a eternidade para estudar. Eu decidi viver uma vida em paz, embora meu passado estivesse ali com aquele sorriso nojento, esbanjando vitória. Eu não podia deixar Maggie ir livremente, sabendo que ela iria reportar minha localização ao Lord.
—Querido Richard, permita-me apresentar meu mais fiel amigo, Stuart di Cioli. Por favor, aproxime-se Chioli...
—Distinta senhorita, minha saudações.
"Eu quase desmaiei., Amanda. Sua voz era como melodia de harpas angelicais. Fiquei mais trêmula ainda quando Stuart me convidou para dançar. Eu não conseguia tirar sua imagem da minha cabeça. Eu não conseguia mais viver sem pensar em Stuart. Desde aquele dia, meu pai e eu íamos a muitas festas na casa do Lord Alexander."
"É minha senhora... Realmente foi amor à primeira vista..."
"Foi mesmo, Amanda. Ele se tornou o oxigênio de minha vida, contudo parecia que havia uma barreira que impossibilitava adentrar em sua vida. Aos poucos, ele me visitava, me levava flores, íamos passear, parecíamos um casal apaixonados. Mas quando eu lhe perguntava sobre o seu passado, ele sempre mudava de assunto. Até que um dia, algo abalou a minha vida: a morte misteriosa de meu pai. Ele me consolou e se aproximou mais de mim a partir daquele fatídico dia..."
"Senhor Stuart pode ser um pouco rude, mas no fundo, no fundo ele é um bom.... h.. homem..."
"É amanda.... eu acredito nisso... Só espero que o tempo seja capaz de curar essa ferida tão grande que ele aparenta possuir no coração, e que um dia ele seja capaz de confiar em mim. Nunca entendi entender o porquê dele decidir casar-se comigo tão rápido, e em seguida, que praticamente fugíssemos de Londres sem avisar a ninguém. E o mais intrigante são essas regras do casamento: sinto que a cada dia estou morrendo longe dele. O beijo de hoje foi a prova disso. Eu juro, Amanda, eu juro que sou capaz de tudo, de qualquer sacrifício para ficar ao lado dele. Só não permito que outra mulher interfira em nossas vidas."
"Me perdoe pela pergunta, minha senhora, mas quais seriam essas condições para o casamento?"
"Creio que não seja do seu interesse. Eu posso ter falado muito, sou uma tagarela, às vezes.... Mas não posso trair a confiança depositada em mim por Stuart. Esse é o nosso segredo!"
"Novamente, me perdoe senhora. Gostaria que entendesse que eu fiquei preocupada com o seu desabafo de hoje pela manhã e receava que a raiva interior acumulada lhe fizesse mal"
Minha esposa decidiu dormir, com receio de que eu ficasse mais zangado ainda com ela. E eu, caminhava pelas ruas, até que encontrei uma jovem bastante bonita, que pareceu-me ser um prato cheio para saciar minha fome. Troquei alguns olhares, a princípio, até que houve um momento em que a donzela retribuir-me o olhar. Pensei que era a oportunidade perfeita para me aproximar, contudo aquele cheiro me pareceu familiar, à medida que meus passos tornaram-se fracos e trêmulos. Eu odiava sentir essa sensação terrível e sufocante.
"Quanto tempo faz que não nos vemos, Chioli? Seis meses?"
"Maggie..."
"Chioli, ninguém pode fugir do seu destino. Já não basta naquele dia que você deixou o nosso grande Lord fazer o serviço sujo, só porque alguns falsos sentimentos humanos fizeram você criar uma feição por aquela horrenda filha de Richard? O plano só foi feito pela metade, maldito medroso! Graças à coragem do Lord, nós podemos respirar tranquilos agora. Que decepção ver que seu pupilo tornou-se um covarde, que mal sabe se alimentar direito, com essa dieta patética! Até o corpo sente!"
De fato, eu estava ficando com o corpo alterado há algum tempo, pensando em momentos de insanidade, que poderia me livrar do sangue primordial vampiresco e novamente ser humano. Mas eu apenas "adoeci" meu corpo, aumentei minha sede de sangue e aqui estou sem forças diante de Maggie.
"Estou tão feliz que você se lembra meu nome..."
"O que você quer de mim?"
"Lord Alexander tem um novo serviço para você... talvez seu passado retorne, mas ele se excita com esse jogo. O nosso Lord permitiu que você gozasse de alguns momentos de paz. E eu não vou desobedecê-lo. Entrarei em contato com você novamente. Não tente fugir, porque nós o encontraremos, Stuart. Nossa missão é de vida ou 'morte': mataremos a raiz familiar de nossa rainha que está com os humanos, pois o sangue dela... Bem, eu não preciso adiantar os planos. Na hora certa, você saberá."
Que raios de matar raiz da rainha que nos gerou, ou sei lá o que, Maggie estava falando? Eu não estava a fim de estudar nossa origem: estava nítido para mim, que nossa origem era o mal, e não me interessa compreender a raiz deste mal, mesmo sabendo que eu teria toda a eternidade para estudar. Eu decidi viver uma vida em paz, embora meu passado estivesse ali com aquele sorriso nojento, esbanjando vitória. Eu não podia deixar Maggie ir livremente, sabendo que ela iria reportar minha localização ao Lord.
Sem cenoura - chicote, sem janelas - porão
Impiedosamente você amarrá as cordas
Punir e ser punido
Inventário de aço
Todos nós vamos ajudar a esquecer
Não diga que você quer ir para casa
Não diga quando dói
Eu não sou muito legal, o mundo sem látex
Sem medo, os olhos e o caminho de volta ..
Sou impetuosa, sou desagradável
e não infantil
É difícil entender
Nós apenas podemos fazer qualquer coisa
O amor dói
Você ficará satisfeito
Você ama por ser mais forte
Chore, será mais fácil
Grite como quiser
Agora está na moda
Vá sozinho ... nosso sadismo
Tanto tempo, tão doce
Você vai sofrer comigo .. sofra comigo
2
Nós não podemos conter as forças da influência
Não há nada pior que inação
Dominância é o meu trabalho e sua submissão
Os sinais serão desligados
Vamos enriquecer a linguagem com interjeições
Corpo vicioso, punir com o chicote
E todos os mecanismos querem começar
Suportar e sofrer
Enlouqueça, mas obedeça
3
me dê uma voz
Traga-me o osso
Minha cavidade de vácuo
Mãos juntas, pernas afastadas (original em russo)
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