*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
Adormecida em meus pensamentos
Que renasciam dia após dia
Como a sonolência dia após dia
Ou como o seu solitário olhar
Não imaginava o necessário
Somente o que me alimentava
Derramando incontáveis lágrimas
Na solitude desta ação
Você é meu pequeno anjo, que conforta minha agonia
É a luz de minha vida, e o tormento do meu dia
Você é meu amor perdido, reluzente no firmamento
Vai além do que é real, ultrapassa o limite da razão
Mas me encontro totalmente adormecida
E você me guiará em meus sonhos
Perseguindo essa nova imagem
Reencarnando o meu personagem
Atuando em tantas peças
Esquecendo que tudo é um sonho
Ignorando os preceitos que regem
Fazendo abstinências e rezando
Libertando minha ingênua alma
Que voa para os teus braços!

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