Seis meses atrás, a flor da inocência desabrochou
Debaixo do seio desnudo tocado pelo véu de um vento
Quando ela decidiu dormir debaixo de uma árvore frondosa
E o amante resolveu caçar para o almoço desse dia
Colhendo nuvens de grãos de poeira
Ela tecia o nervosismo em forma de um perfeito vestido
Ninguém no alto céu podia imaginar
O fim do vagar pelas trilhas de pedregulhos
Quando o dia virar noite
Ela deixará de viver
Dará a luz a pura dor
O melhor que faz é correr
Quando o dia virar noite
O próprio lar vai desaparecer
E ela nunca estará
Tão desprotegida sem você!


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