
*poesia antiga anotada em um caderno empoeirado
Eu quero me afogar nesta mentira
Deixe eu abrir novos caminhos
Talvez minhas lágrimas parem de cair
Porque agora eu estou lá embaixo
Morrendo em uma vida de coisas
Pelas quais não adianta lutar
Nunca pense que tudo é justo
Nunca pense que é de graça
Este coração dentro de você
Nunca pense que já está salvo
Nunca pense que passou no teste
Você merece este coração sofrido?
Ao longo de minhas memórias
Eu me vejo transformada
Oh meu Deus, eu não sou a mesma
Em que lugar ficou aquela criança
Eu não posso respirar
O copo de vidro quebrou-se
Novo ano, velho passado
Todas as coisas desaparecem
Medo, loucura ou desilusão?
Quem sou eu?
Eu não posso sentir você
Minha crença não existe?
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